Missão

Para concretizar sua visão de ser uma comunidade que vive a simplicidade do Evangelho, o Enote possui uma missão. Enquanto a visão descreve o status futuro, a missão descreve a atividade permanente da comunidade. Isto é, o que o Enote precisa fazer para se tornar uma comunidade que vive a simplicidade do Evangelho? A resposta a essa pergunta define a missão Enote.

A missão do Enote é oferecer à geração secular e pós-moderna uma oportunidade de viver em comunhão com o Pai por meio de uma experiência simples e real em uma comunidade que vive relacionamentos marcados pelo amor.

Quando falamos em “oferecer à geração secular e pós-moderna uma oportunidade de viver em comunhão com o Pai”, consideramos que temos um foco missionário e, na tarefa de evangelizar indivíduos pós-modernos, precisamos considerar o lugar onde eles se encontram, não o lugar onde imaginamos que eles estejam ou onde gostaríamos que estivessem – isso é contextualização.  Utilizaremos metodologias, abordagens e estilos adaptados no intuito de comunicar o Evangelho Eterno com eficácia e relevância.

Quando falamos em “uma experiência simples e real” como instrumento para uma comunhão restaurada com Deus, lembramos que a essência dessa experiência é Cristo. Nada pode ocupar nosso desejo mais do que o Cristo crucificado, ressurreto e intercessor, pois a vida eterna é conhecer a Deus e a Seu Filho (João 17:3). E essa experiência, para ser real, precisa ser mensurada pela realidade paulatina de Cristo formado em nós (Gálatas 4:19), a experiência crescente do fruto do Espírito (Gálatas 5:22 e 23) e a busca da intimidade com Deus (João 15:1-10).

E quando afirmamos que a missão do Enote se consuma “em uma comunidade que vive relacionamentos marcados pelo amor”, mostramos que comunidade e missão são termos correlatos – isso porque sem comunidade não há missão, e sem missão não existe comunidade. As duas se complementam mutualmente, e cada uma depende em grande medida da outra. Somente na dimensão comunitária a igreja pode fazer frente aos desafios contemporâneos. É na vida em comunidade que a fé é alimentada, quer pelo constante encorajamento mútuo, quer pela possibilidade de suporte ao fraco, consolo ao desanimado, respostas aos questionadores e oportunidades aos que caíram. É na vida em comunidade que fazemos com que as pessoas sejam valorizadas acima das agendas, dos programas e dos projetos – isso é comunidade amorosa.

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